Logo eu que sempre detestei a ideia de mudança e, ao mesmo tempo, não sei conviver com a ideia de que não existirão novos acontecimentos a cada minuto, agora, me pergunto se continuarei amando música, sorvete e pessoas; se continuarei não gostando de leite, inveja e falsidade.
Sempre quis fazer jornalismo. Desde que me entendo por gente. Olhava a Fátima Bernardes na telinha e queria fazer o mesmo que ela. Inclusive, foi por esse motivo, somente, que começei a fazer jornalismo. Esse pensamento já não é assim. Já quis demais. Hoje, não faço questão. Descobri outras maravilhas dentro do jornalismo...
Um dia, resolvi que seria cantora. Cantava no banheiro, enquanto segurava o pote de condicionador. Cantava na escola para os amiguinhos crianças assim como eu. O povo gostava. Até que um dia, lá pelos 15/16 anos me disseram que eu tinha voz de bebê que ficou grande. A pessoa disse: "Sabe aquela voz chatinha, tipo Wanessa Camargo"? Aquilo acabou comigo. A partir daí, desisti do enorme sonho de ser cantora. E olha que sonhava em ir no programa do Raul Gil. Muitas crianças cantavam no programa dele. Aquilo era um sonho para mim.
Pensei que as pessoas estariam para sempre em minha vida. Achava que as amigas seriam para sempre, ao mesmo tempo em que parava de falar com quem quer que seja de um dia para o outro. Podia ficar o resto da vida sem falar com um grande amigo sem nenhuma preocupação.
Odiava música brega. Até que de tanto ser obrigada a escutar Reginaldo Rossi, entre outros, acabei gostando de verdade desse tipo de música. Tudo culpa do meu pai.
Não sabia dançar forró. Resolvi aprender. Aprendi bem, muito bem. A ponto de ficar me exibindo quando saia para dançar.
Hoje, aos 21, ainda com os olhos repletos de sonhos, com o coração cheio de desejos e vontades, fico pensando, enquanto tomo meu sorvete, se todos esses sonhos ainda são os mesmos; se ainda costumo agir do mesmo jeito e se daqui para frente serei mais ou menos eu; e se isso realmente terá alguma importancia, ou se nem vou perceber essas mudanças de pensamento.
Espero, daqui alguns anos, estar mais certa do que quero, ou , quem sabe, com mais dúvidas. Porque essas dúvidas são provas de que estou vivendo e adquirindo novas experiências.
Sempre quis fazer jornalismo. Desde que me entendo por gente. Olhava a Fátima Bernardes na telinha e queria fazer o mesmo que ela. Inclusive, foi por esse motivo, somente, que começei a fazer jornalismo. Esse pensamento já não é assim. Já quis demais. Hoje, não faço questão. Descobri outras maravilhas dentro do jornalismo...
Um dia, resolvi que seria cantora. Cantava no banheiro, enquanto segurava o pote de condicionador. Cantava na escola para os amiguinhos crianças assim como eu. O povo gostava. Até que um dia, lá pelos 15/16 anos me disseram que eu tinha voz de bebê que ficou grande. A pessoa disse: "Sabe aquela voz chatinha, tipo Wanessa Camargo"? Aquilo acabou comigo. A partir daí, desisti do enorme sonho de ser cantora. E olha que sonhava em ir no programa do Raul Gil. Muitas crianças cantavam no programa dele. Aquilo era um sonho para mim.
Pensei que as pessoas estariam para sempre em minha vida. Achava que as amigas seriam para sempre, ao mesmo tempo em que parava de falar com quem quer que seja de um dia para o outro. Podia ficar o resto da vida sem falar com um grande amigo sem nenhuma preocupação.
Odiava música brega. Até que de tanto ser obrigada a escutar Reginaldo Rossi, entre outros, acabei gostando de verdade desse tipo de música. Tudo culpa do meu pai.
Não sabia dançar forró. Resolvi aprender. Aprendi bem, muito bem. A ponto de ficar me exibindo quando saia para dançar.
Hoje, aos 21, ainda com os olhos repletos de sonhos, com o coração cheio de desejos e vontades, fico pensando, enquanto tomo meu sorvete, se todos esses sonhos ainda são os mesmos; se ainda costumo agir do mesmo jeito e se daqui para frente serei mais ou menos eu; e se isso realmente terá alguma importancia, ou se nem vou perceber essas mudanças de pensamento.
Espero, daqui alguns anos, estar mais certa do que quero, ou , quem sabe, com mais dúvidas. Porque essas dúvidas são provas de que estou vivendo e adquirindo novas experiências.