Mas pela ausência (que não tem solução) de alguém que tanto amo, resolvi investir na vida. Sabe-se lá quando terei uma nova chance ou mesmo se terei. Viver não é ruim. Só enquanto se vive se pode viver. Pois então, também assim farei: enquanto puder me lembrar de momentos e pessoas me lembrarei. Guardarei tudo dentro da gaveta do coração, porque a cabeça mesmo já não anda tão boa.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Minha SOL!
Minha SOL se foi...
Minha vida se foi junto com ela
Minha alegria se foi
Meus planos se esgotaram
Meus sorrisos serão sempre tristes
Meu amor por você será sempre maior
Minha vida sem você será sempre com um brilho a menos
Minha palavras não terão mais destinatário
Meus poemas feios não serão mais lidos e adorados
Minha personalidade não será mais escancarada como era quando eu estava com você
Minhas gargalhadas não serão mais tão altas
Minhas farras já não terão motivo para acontecer
Minha ida ao chiquita será em vão: não conseguirei encontrar o endereço
Meu ciumé não terá mais tanta intensidade
Minhas brigas por besteiras já não existirão
Minha crença no amor, na amizade volta a ser como era antes de te conhecer: pouca, bem pouca
Minha vida sem você estará sem SOL
Meu SOL sem você não brilhará mais como antes
Minha Solange Malaine...
Minha filha terá o seu nome. Ainda não sei como, mas terá...
Minha vida, eu sempre te amarei!!
Minha vida se foi junto com ela
Minha alegria se foi
Meus planos se esgotaram
Meus sorrisos serão sempre tristes
Meu amor por você será sempre maior
Minha vida sem você será sempre com um brilho a menos
Minha palavras não terão mais destinatário
Meus poemas feios não serão mais lidos e adorados
Minha personalidade não será mais escancarada como era quando eu estava com você
Minhas gargalhadas não serão mais tão altas
Minhas farras já não terão motivo para acontecer
Minha ida ao chiquita será em vão: não conseguirei encontrar o endereço
Meu ciumé não terá mais tanta intensidade
Minhas brigas por besteiras já não existirão
Minha crença no amor, na amizade volta a ser como era antes de te conhecer: pouca, bem pouca
Minha vida sem você estará sem SOL
Meu SOL sem você não brilhará mais como antes
Minha Solange Malaine...
Minha filha terá o seu nome. Ainda não sei como, mas terá...
Minha vida, eu sempre te amarei!!
domingo, 22 de agosto de 2010
Perfil
Ser bom não é algo assim tão fácil. Se dizer uma pessoa boa é fácil. A questão é realmente ser do bem. Mas por que mesmo ser uma pessoa do bem é tão importante para mim? Com toda certeza do mundo, sei que ser alguém do bem é ser alguém que ama o próximo. Sem nenhuma demonstração de santidade, sei, sinto quando estou diante de alguém que ama sem pedir nada em troca. Isso é raro, isso é muito raro hoje em dia. As coisas hoje são muito efêmeras: os relacionamentos se acabam por pouca coisa; o celular mais novo do momento perde seu encanto em menos de uma semana; a mulher mais bonita do mundo perde espaço para uma nova, seja ela feia ou linda, tanto faz. O belo rapaz quer apenas o novo, o mais moderno; as mulheres também. E por falar em mulheres, elas que me desculpem, mas o encanto, no meu ponto de vista, não está no que se quer mostrar, mas naquilo que se esconde. As amizades verdadeiras são cada vez mais raras. O que me faz, cada vez mais, me apegar àquelas que tenho.
A família parece não ser tão importante para alguns. Para mim, o significado da minha existência, a razão do meu viver, o maior amor do mundo. Algum cara muito genial disse, em algum momento, que o amor é o sentimento dos seres imperfeitos, mas é justamente o sentimento que tenta nos levar à perfeição. Perfeição é algo inatingível e um verdadeiro saco, mas amar, para mim, é muito mais que uma simples noite de sexo, aliás, fazer sexo com amor é muito melhor. As dificuldades são muitas. Quero conhecer alguém que não tenha nenhum problema. Mas acho que o maior problema de todos é a tal da inconstância. Tudo gira em torno disso. O tal do talvez, né?! Aquele maldito talvez que nos deixa com a cabeça doendo. Queria mesmo que tudo não dependesse desse danado talvez. Mas, sinceramente, a certeza de tudo seria terrível. O talvez me guia para bem longe. O difícil me faz amar com muita força. Então, que seja como deve ser. Afinal, ninguém NUNCA disse que seria fácil viver e principalmente conviver com os outros. Mas eu amo, eu amo.
A família parece não ser tão importante para alguns. Para mim, o significado da minha existência, a razão do meu viver, o maior amor do mundo. Algum cara muito genial disse, em algum momento, que o amor é o sentimento dos seres imperfeitos, mas é justamente o sentimento que tenta nos levar à perfeição. Perfeição é algo inatingível e um verdadeiro saco, mas amar, para mim, é muito mais que uma simples noite de sexo, aliás, fazer sexo com amor é muito melhor. As dificuldades são muitas. Quero conhecer alguém que não tenha nenhum problema. Mas acho que o maior problema de todos é a tal da inconstância. Tudo gira em torno disso. O tal do talvez, né?! Aquele maldito talvez que nos deixa com a cabeça doendo. Queria mesmo que tudo não dependesse desse danado talvez. Mas, sinceramente, a certeza de tudo seria terrível. O talvez me guia para bem longe. O difícil me faz amar com muita força. Então, que seja como deve ser. Afinal, ninguém NUNCA disse que seria fácil viver e principalmente conviver com os outros. Mas eu amo, eu amo.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
A história de Júlia
Era uma segunda-feira. O pior dia que podia existir para Júlia. Pior por ser o início de uma semana repleta de responsabilidades: trabalho (o que para ela significava se esforçar para algo que não gostava; a competição de alguns colegas de trabalho; a tentativa de conviver com pessoas totalmente diferentes do que ela era); faculdade (a necessidade de tirar boas notas para não perder o pequeno desconto que havia conseguido; a dificuldade em fazer provas; a convivência com as pessoas; a vergonha de falar em público; a obrigação de tirar boas notas para que o pai ficasse satisfeito). Isso, sem contar com os sorrisos forçados. Ou vai dizer que ninguém nunca foi obrigado a dar bom dia a quem não queria, ou a sorrir para alguém que odeia? Júlia sempre foi contra falsidade. Por esse motivo, nunca disse maravilhas para alguém que não gostava e nunca foi amiga de quem achava falsa, fresca, mesquinha, egoísta ou egocêntrica. Tinha a feia mania de olhar de lado para quem não era muito afeita e fazer um carão que causava até medo. Mas, é necessário explicar que o carão era apenas uma máscara que utilizava com pessoas não queridas. Ela se encontrava naquele momento da vida em que as coisas ficaram sérias demais, adultas demais, sem que fosse essa a sua vontade, e em que tudo era motivo para dizer que estava cansada. Júlia realmente estava cansada. Cansada de escutar sapo, cansada de não ter por perto pessoas que soubessem reconhecer o seu potencial, a sua capacidade, o seu valor. Saturada de gente que não é tão sentimental como ela. Sim, Júlia tinha a feia mania de amar demais e perdoar muito fácil. A amar demais ela aprendeu com a mãe, uma velha sentimental com um coração de manteiga; e a perdoar fácil demais ela aprendeu aos 15 anos de idade: foi uma estratégia desenvolvida para manter um ex-relacionamento, após escutar de várias pessoas que ela era muito orgulhosa. E realmente era. Finalizava a amizade com uma grande amiga simplesmente por esta ter esquecido o dia do seu aniversário. Naquela segunda-feira, Júlia apenas necessitava que tudo acontecesse como sempre: trabalho durante o dia e aula à noite. Tinha a certeza de que nada de bom aconteceria, afinal, era uma segunda-feira. Mas aconteceu. Cauã, o cara que trabalha no mesmo prédio que ela, resolveu olhar de um jeito totalmente diferente para aquela "menina", como costumava chamá-la quando estava com os amigos. Um olhar diferente (toda mulher sabe o que isso significa e como acontece) pode fazer com que uma segunda-feira seja o melhor dia da semana. Ela ficou sem entender, é claro. Até aquela idade, 24 anos, nenhum homem tão bonito quanto aqueles da televisão havia se interessado por ela. Júlia sempre dizia para as amigas: "Os homens bonitos não olham para mim. Eles não gostam de mim". Isso ratificava a enorme insegurança desenvolvida ao longo dos anos ou a insegurança que veio do berço. Já estou aqui entrando na onda de Júlia. Um simples olhar pode significar um pedido de namoro para ela. Mas sou sensata. Ela, apaixonada. Apaixonada pelas pessoas. Apesar de sempre ter alguém que a irrita com muita facilidade, seja no trabalho ou na faculdade, em um grupo de amigos ou até na igreja, Júlia acredita no ser humano. Acredita na capacidade de amar das pessoas, acredita que um amor verdadeiro é capaz de passar por cima de tudo. Talvez seja exatamente por isso, como disse uma colega da faculdade, que ela vive se magoando com as pessoas. "Você gosta tanto das pessoas que acaba se magoando muito fácil".
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Ser adulto demais
Acordo, tomo banho, escovo os dentes. No dia anterior já estava preocupada com o fato de ter que trabalhar no dia seguinte. Não existe trégua. De segunda a sexta tenho que cumprir as responsabilidades. Sábado e domingo são os dias de preocupação com as responsabilidades que tenho durante a semana. Não descanso a mente. Os pensamentos giram em torno do que quero e preciso conseguir. Estudo para quê? Ora, estudo porque quero e preciso ter um emprego melhor. Ser estagiária tem lá suas regalias, mas sabe-se que isso não me dá a recompensa que desejo. Tenho que pensar na família que necessita de uma recompensa pela ajuda de agora. Eles são a minha fortaleza. Devo muito a eles. Como reprovar uma matéria na faculdade quando sei que a situação financeira não é das melhores. Preocupações como essas sempre me fizeram ser um pouco diferente dos demais. Nunca reprovei nenhuma série. Na faculdade, tenho que vencer diariamente a minha vergonha em falar em público, caso contrário, serei sempre vista como um zero a esquerda. Sempre que tenho alguma apresentação fico nervosa com um mês de antecedência. Imagine, então, como fico no dia da apresentação?! Tenho que dar conselhos para minha irmã. Não quero que ela reprove mais uma série, ou que se envolva com coisas erradas.
Tenho que entender que as pessoas não estarão sempre à minha disposição. Tenho que compreender alguns momentos de raiva. Entender que amo algumas pessoas e algumas me amam, mas nem sempre estaremos sorrindo para as pessoas. Não consigo entender certas coisas com o olhar de uma criança, que fica de bico, mas logo esqueçe e perdoa. Tenho que trabalhar com responsabilidade e compromisso. Não posso perder o emprego, afinal, é através dele que consigo pagar a faculdade. Estou sempre preocupada com algo. Não existe mais momento para a brincadeira, para o sorriso. Quero voltar a ser criança. Tudo era melhor, bem melhor. Depois de adulto, as pessoas esquecem o valor de um sorriso, o valor de olhar as coisas com os olhos de uma criança.
Tenho que entender que as pessoas não estarão sempre à minha disposição. Tenho que compreender alguns momentos de raiva. Entender que amo algumas pessoas e algumas me amam, mas nem sempre estaremos sorrindo para as pessoas. Não consigo entender certas coisas com o olhar de uma criança, que fica de bico, mas logo esqueçe e perdoa. Tenho que trabalhar com responsabilidade e compromisso. Não posso perder o emprego, afinal, é através dele que consigo pagar a faculdade. Estou sempre preocupada com algo. Não existe mais momento para a brincadeira, para o sorriso. Quero voltar a ser criança. Tudo era melhor, bem melhor. Depois de adulto, as pessoas esquecem o valor de um sorriso, o valor de olhar as coisas com os olhos de uma criança.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
É essencial a força do que tem valor
Queria ao menos explicar que ando com problemas sentimentais fortes e intransponíveis. Mas não. Nem isso. Começo a entender que isso não é necessário, e não tem valor.
No momento, o importante é saber que o que é essencial, o que tem valor, e o que me faz mais forte andam lado a lado: é essencial aquilo que tem valor; sou mais forte quando tenho o que é essencial; e dou valor a maneira como consigo me adaptar à falta do que considero essencial.
Saber o que é essencial é o que importa. Penso que coisas insignificantes são importantes para mim. Besteira. Só é importante aquilo que é essencial.
No momento, o importante é saber que o que é essencial, o que tem valor, e o que me faz mais forte andam lado a lado: é essencial aquilo que tem valor; sou mais forte quando tenho o que é essencial; e dou valor a maneira como consigo me adaptar à falta do que considero essencial.
Saber o que é essencial é o que importa. Penso que coisas insignificantes são importantes para mim. Besteira. Só é importante aquilo que é essencial.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Não se pode mais
Andar pelas ruas ficou complicado. Já não se pode mais se convencer de algo por conta própria, em voz alta. Quando se procura um lugar vazio, nem que seja para chorar, as pessoas aparecem, olham, comentam. Odeio tanta observação. Queria, por pelo menos um dia, viver em um mundo sem ninguém por perto. Talvez assim aceitasse melhor a ideia de viver entre tantas e tantas pessoas, e tantas e tantas histórias que se repetem. Pensando bem, melhor ter uma história repetida do que não ter história. Prefiro ter vida, do que não ter peso.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Tentando me explicar
Forte e sentimental. Sou a contradição em pessoa. Isso pode parecer horóscopo do dia, mas não é. Sou do signo de Touro. Talvez por isso goste tanto de falar sobre quem eu sou, mesmo sabendo que jamais conseguirei me descrever com total precisão. Tenho vontades que não sei como explicar, e não vontades que não tem no mundo quem consiga me fazer mudar de ideia. Sou meio tímida com algumas pessoas, no ambiente de trabalho, por exemplo. Mas isso somente até fazer amizades. Verdadeiras amizades. Porque se for apenas coleguismo, continuo sem conseguir me soltar. E quando não me solto, sou capaz de odiar o lugar e as pessoas.
Com os amigos e família sou eu ao extremo. Com todos os defeitos e qualidades possíveis. E por falar em defeitos, tenho muitos. É muito fácil alguém me tirar do sério. Implico até com o cara que quer pegar a minha vaga no estacionamento, ou com a pessoa que, por estar em um dia ruim, resolve me olhar de cara feia. Olho de volta com uma cara ainda mais feia. Sou vingativa,
mas só consigo ser assim com pessoas que não gosto ou não gosto mais. De quem ainda gosto e considero, pode esqueçer, serei fiel até o último momento.
Gosto de atenção, carinho e amor verdadeiro. Não me demonstre que sou segundo plano. Isso me mata de raiva. Se quiser pisar no meu amor, tudo bem, eu aguento. Não tenho vergonha de continuar gostando de alguém que não gosta de mim. Mas como tudo tem seu momento, saiba que quando eu deixar de gostar, será com um imenso sorriso no rosto. Acho que faço isso porque sou sentimental demais. Chego a ser insuportável. Vou contra o que todos pensam e falam. Faço do meu jeito. E, sim, fico com aquele cara que todos me dizem que não devo ficar porque ele não presta.
Choro se vejo alguém na rua pedindo dinheiro, e me irrito se alguém quer me encher de papeis enquanto espero o sinal abrir.
Amo minha família, mas nem sempre pensei em ter a minha família. Isso sempre, aliás, nunca foi prioridade em minha vida. Mas caso encontre alguém disposto a isso, vou querer, claro. Prioridade sempre foi me formar. E não tem essa de fazer Direito ou Medicina só ára agradar meu pai, ou para ganhar muito dinheiro. Tinha que ser Jornalismo, porque ainda acredito que conseguirei mudar algumas pessoas, e o que elas pensam a respeitos das outras pessoas.
Com os amigos e família sou eu ao extremo. Com todos os defeitos e qualidades possíveis. E por falar em defeitos, tenho muitos. É muito fácil alguém me tirar do sério. Implico até com o cara que quer pegar a minha vaga no estacionamento, ou com a pessoa que, por estar em um dia ruim, resolve me olhar de cara feia. Olho de volta com uma cara ainda mais feia. Sou vingativa,
mas só consigo ser assim com pessoas que não gosto ou não gosto mais. De quem ainda gosto e considero, pode esqueçer, serei fiel até o último momento.
Gosto de atenção, carinho e amor verdadeiro. Não me demonstre que sou segundo plano. Isso me mata de raiva. Se quiser pisar no meu amor, tudo bem, eu aguento. Não tenho vergonha de continuar gostando de alguém que não gosta de mim. Mas como tudo tem seu momento, saiba que quando eu deixar de gostar, será com um imenso sorriso no rosto. Acho que faço isso porque sou sentimental demais. Chego a ser insuportável. Vou contra o que todos pensam e falam. Faço do meu jeito. E, sim, fico com aquele cara que todos me dizem que não devo ficar porque ele não presta.
Choro se vejo alguém na rua pedindo dinheiro, e me irrito se alguém quer me encher de papeis enquanto espero o sinal abrir.
Amo minha família, mas nem sempre pensei em ter a minha família. Isso sempre, aliás, nunca foi prioridade em minha vida. Mas caso encontre alguém disposto a isso, vou querer, claro. Prioridade sempre foi me formar. E não tem essa de fazer Direito ou Medicina só ára agradar meu pai, ou para ganhar muito dinheiro. Tinha que ser Jornalismo, porque ainda acredito que conseguirei mudar algumas pessoas, e o que elas pensam a respeitos das outras pessoas.
Adoro conversar, adoro pessoas, mas de TPM sou capaz de odiar por causa de uma simples buzina. Odeio muito barulho, por isso raramente estou em shows. Odeio calor e gente fresca. As duas coisas são terríveis para mim.
Gosto de beber com os amigos, mas com aqueles que realmente considero. Não sei trair uma amizade, e ainda acredito que existem muitas pessoas boas no mundo. Quando alguém me magoa, choro, e depois me revolto comigo mesma por ter acreditado que as pessoas são boas.
Adoro criança, elas conseguem me fazer chorar em questão de segundos. Me apaixono muito fácil por elas. Datas como natal, ano novo e meu aniversário conseguem me deixar deprimida, mas não abro mão das comemorações, a não ser no meu aniversário, que, se pudesse, ficaria em casa, sem olhar para a cara de ninguém. Adoro ficar em casa, assistindo filme, com um pote de sorvete e um doritos. Meu Deus, que perfeição. Gosto das coisas simples, bem simples. Mas sou determinada quando quero algo que não é simples. Adoro sorrir, dar gargalhadas, e, se não aguentar segurar o xixi, problema, faço na roupa mesmo.
Gosto de beber com os amigos, mas com aqueles que realmente considero. Não sei trair uma amizade, e ainda acredito que existem muitas pessoas boas no mundo. Quando alguém me magoa, choro, e depois me revolto comigo mesma por ter acreditado que as pessoas são boas.
Adoro criança, elas conseguem me fazer chorar em questão de segundos. Me apaixono muito fácil por elas. Datas como natal, ano novo e meu aniversário conseguem me deixar deprimida, mas não abro mão das comemorações, a não ser no meu aniversário, que, se pudesse, ficaria em casa, sem olhar para a cara de ninguém. Adoro ficar em casa, assistindo filme, com um pote de sorvete e um doritos. Meu Deus, que perfeição. Gosto das coisas simples, bem simples. Mas sou determinada quando quero algo que não é simples. Adoro sorrir, dar gargalhadas, e, se não aguentar segurar o xixi, problema, faço na roupa mesmo.
sábado, 5 de dezembro de 2009
É com grande desgosto
Começo com uma frase que está na contramão da realidade: "O mundo é pequeno para caramba". Claro que o mundo não é pequeno, o mundo é imenso. Sou a favor da mistura de raças, credos, atitudes, mas essa história de que somos todos iguais é balela. Somos diferentes, muito diferentes. Percebo a diferença quando um político entra em cena. É incrível como ele é diferente de mim, ou de você que resolveu para para ler estas palavras. A oportunidade faz o caráter da pessoa. Isso acontece muito com os políticos, que podem ser pessoas maravilhosas antes de possuiren poder, e verdadeiros animais que só pensam no dinheiro quando estão em posições diferentes. Como a ocupação de um cargo político, por exemplo. Finalizo da seguinte maneira: o mundo é imenso. Tem gente de todo tipo. Pessoas diferentes, com pensamentos e atitudes, as vezes, iguais, mas uma coisa nunca muda: grandes responsabilidades e poderes, fazem com que algumas pessoas sejam sempre do mesmo jeito. Os políticos, por exemplo.
domingo, 22 de novembro de 2009
Crescimento
E, então, finalmente, consegui entender que não é na base da porrada e da voz alta que as coisas se resolvem.
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