terça-feira, 12 de janeiro de 2010

É essencial a força do que tem valor

Queria ao menos explicar que ando com problemas sentimentais fortes e intransponíveis. Mas não. Nem isso. Começo a entender que isso não é necessário, e não tem valor.
No momento, o importante é saber que o que é essencial, o que tem valor, e o que me faz mais forte andam lado a lado: é essencial aquilo que tem valor; sou mais forte quando tenho o que é essencial; e dou valor a maneira como consigo me adaptar à falta do que considero essencial.
Saber o que é essencial é o que importa. Penso que coisas insignificantes são importantes para mim. Besteira. Só é importante aquilo que é essencial.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Não se pode mais

Andar pelas ruas ficou complicado. Já não se pode mais se convencer de algo por conta própria, em voz alta. Quando se procura um lugar vazio, nem que seja para chorar, as pessoas aparecem, olham, comentam. Odeio tanta observação. Queria, por pelo menos um dia, viver em um mundo sem ninguém por perto. Talvez assim aceitasse melhor a ideia de viver entre tantas e tantas pessoas, e tantas e tantas histórias que se repetem. Pensando bem, melhor ter uma história repetida do que não ter história. Prefiro ter vida, do que não ter peso.